BLOG DE COMUNICAÇÃO, DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DE SUAS AÇÕES SÓCIO-CULTURAIS dalcidiojurandirtele08centro@gmail.com CNPJ: 07.182.125/0001-29 Passagem: Ayrton Sena, 17, Sacramenta, c/ Passagem Mucajá próximo Facepa Cep: 66.120-080 CONTATOS: 91-98016-6787 - Augusto Hijo - Gestor Telecentro Dalcídio Jurandir Léo Piteira 91-98825-6399 / Vice Coordenador Geral CCMS / Edilson Santos 91-98180-9157 Coordenador Geral CCMS
segunda-feira, 24 de dezembro de 2018
terça-feira, 9 de maio de 2017
PRÊMIO ITAÚ/UNICEF
Nós do Telecentro Dalcídio Jurandir, CCMS, vamos participar desta premiação, por já termos participado de uma das Edições do Programa Itaú Unicef, sendo um dos 32 finalistas daquela edição e o nosso tema será: "A Comunidade na Escola, com as Artes e a Inclusão Digital"
estão abertas as inscrições e, é voltado para ONGs de relevantes serviços às comunidades de educação. de forma Participativa e colaborativa!!
http://bit.ly/2nA7SJ7%20%E2%80%8B
estão abertas as inscrições e, é voltado para ONGs de relevantes serviços às comunidades de educação. de forma Participativa e colaborativa!!
http://bit.ly/2nA7SJ7%20%E2%80%8B
quarta-feira, 12 de abril de 2017
DIVULGANDO AÇÕES DE PARCEIROS
Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, conversa com Zé da Barca e a sua experiência de participação na novela Velho Chico; e conversa com Elemosso Valter Brandão sobre emprego e racismo religioso. Ngomba d’Aruanda, apresentação Tata Kinamboji a partir da Casa do Tempo. Apoio – REATA – Rede Amazônica de Tradições de Matriz Africana, CEN – Coletivo de Entidades Negras (Coordenação Pará), Grupo de Estudos Afro‐Amazônico GEAM/ IFCH-UFPA, GEP Roda de Axé/ CNPq, Faculdade de Artes Visuais/ FAV – ICA - UFPA, Projetos de extensão PIBEX e Navega Saberes da PROEX/UFPA
http://radioexu.com/evento/24052/programa-ngomba-daruanda-quarta-12-de-abril-de-2017-22h
http://radioexu.com/evento/24052/programa-ngomba-daruanda-quarta-12-de-abril-de-2017-22h
segunda-feira, 10 de abril de 2017
PROJETO ESCREVENDO NOSSA HISTÓRIA
O Centro Comunitário Morada dos Sonhos, Telecentro Dalcídio Jurandir, é Parceiro do Projeto: Escrevendo Nossa História, uma Iniciativa ancorada pelas Instituições: IIEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil), Unipop (Universidade Popular) e Cemja (Centro de Estudos e Memórias da juventude Amazônica) que consiste em atuações sociais, culturais, artísticas e de formação de gestão comunitária, nas comunidades que vivem nos territórios: Da Vila da Barca e Barreiro, com objetivo de dar suporte cultural, de transformação social, bem como criar fontes de geração de renda para estas comunidades em seu próprio território.
Conta, também, com a participação de lideranças dos próprios territórios, artistas, arte educadores, lideranças comunitárias, dentre outros atores e, vamos em frente, nas ações!!
Conta, também, com a participação de lideranças dos próprios territórios, artistas, arte educadores, lideranças comunitárias, dentre outros atores e, vamos em frente, nas ações!!
terça-feira, 7 de março de 2017
PARCERIA CCMS/IIEB
O Telecentro Dalcídio Jurandir está em Parceria com o IIEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil), na colaboração de Pesquisa de campo sobre a realidade dos territórios do Barreiro e Vila da Barca, no que concerne Ações de intervenção educativa, artística e de mobilização comunitária para crianças e jovens residentes .nestes territórios e bairros do entorno, com objetivo de consolidar estas ações para inclusão social, educacional, artística destes Recursos Humanos, que estão fora das oportunidades de inclusão social nestes bairros!! Segue abaixo comunicação e contatos da Coordenadoria de Pesquisa do IIEB
Prezado Augusto,
Confirmo recebimento.
Estamos buscando contatos de projetos, iniciativas, coletivos, associações e outros que atuem nas áreas da Vila da Barca e do Barreiro, especialmente com a juventude.
Pode nos enviar nomes e telefones, que entramos em contato.
Agradecemos sua participação nesse levantamento, em breve entraremos em contato para dar continuidade às ações do projeto Escrevendo Nossa História.
Cordialmente,
Edane Acioli
Coordenadora de Projetos - Escritório Regional de Belém
Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)
Coordenadora de Projetos - Escritório Regional de Belém
Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)
E-mail: edane@iieb.org.br
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
PEÇA INTERVENTIVA NA REALIDADE
Marcelo Silva é um arte educador, professor de Grafite Artístico e, é um dos Parceiros do Telecentro Dalcídio Jurandir - CCMS. Já realizou mais de 03 Oficinas de Grafite, no Bairro da Sacramenta para mais de 20 alunos da comunidade Ayrton Sena. O vídeo aqui, publicado, é uma Peça Interventiva na Realidade de nosso Território, ,levando à reflexão sobre os aspectos de preservação ambiental, saneamento, despoluição dos mananciais do canal: São Joaquim. Retrata, também que desta realidade, inclui protesto por abandono, e muitas vezes, descasos do poderes públicos locais nas demandas aqui citadas. Um foco da realidade de nosso Território!!!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
IMPLANTADA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO DA CULTURA AO QUAL O CCMS É CERTIFICADO
O Centro Comunitário Morada dos Sonhos é uma ONG Certificada como Ponto de Cultura do Ministério da Cultura e esta Instituição acaba de lançar o canal da Ouvidoria do Ministério, onde as ONGs podem Demandar ações e interlocuções entre instituições à respeito de pendências institucionais com relação a implantação de Programas Culturais, de Cidadania, dentre outros,
Mais informações no site abaixo:
http://www.cultura.gov.br/banner-3/-/asset_publisher/axCZZwQo8xW6/content/dialogo-aberto-ouvidoria-do-minc-lanca-manual-do-usuario/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-3%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_axCZZwQo8xW6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_count%3D4
Segue abaixo o site do NIC: Esta plataforma é responsável pela ações de monitoramento, implantação de domínios de internet públicos dos Telecentros. Dentre eles o Telecentro Dalcídio Jurandir - CCMS - informações e site no link abaixo.
http://nic.br/docs-assets/images/logo-nicbr.png
Mais informações no site abaixo:
http://www.cultura.gov.br/banner-3/-/asset_publisher/axCZZwQo8xW6/content/dialogo-aberto-ouvidoria-do-minc-lanca-manual-do-usuario/10883?redirect=http%3A%2F%2Fwww.cultura.gov.br%2Fbanner-3%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_axCZZwQo8xW6%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_count%3D4
Segue abaixo o site do NIC: Esta plataforma é responsável pela ações de monitoramento, implantação de domínios de internet públicos dos Telecentros. Dentre eles o Telecentro Dalcídio Jurandir - CCMS - informações e site no link abaixo.
http://nic.br/docs-assets/images/logo-nicbr.png
terça-feira, 7 de fevereiro de 2017
TELECENTRO NO ENCONTRO DE SOTWARE LIVRE EM ALTER DO CHÃO SANTARÉM NOVEMBRO DE 2016
O Telecentro Dalcídio Jurandir do CCMS, participou do Encontro Internacional de Mídia Livre no Distrito de Santarém: Alter do Chão durante o mês de Novembro de 2016.
No encontro foram debatidos temas de proporções a incrementar o desenvolvimento ambiental sustentável, como ativar e consumir energia renovável, utilização das ferramentas de softwares livres para maior segurança e otimização da ferramenta com criptografia.
Articulação entre os povos tradicionais: Indígenas e Comunidade Tradicionais de Matriz Africana.no fortalecimento de ações conjuntas destes povos em prol de suas comunidades e integração comunitária.
Encontro preparatório para o Fórum Pan Amazônico - Peru - de 28 a 01/05/2017!
No encontro foram debatidos temas de proporções a incrementar o desenvolvimento ambiental sustentável, como ativar e consumir energia renovável, utilização das ferramentas de softwares livres para maior segurança e otimização da ferramenta com criptografia.
Articulação entre os povos tradicionais: Indígenas e Comunidade Tradicionais de Matriz Africana.no fortalecimento de ações conjuntas destes povos em prol de suas comunidades e integração comunitária.
Encontro preparatório para o Fórum Pan Amazônico - Peru - de 28 a 01/05/2017!
http://www.forosocialpanamazonico.com/
PROMOVENDO A INTEGRAÇÃO AMAZÔNICA
Ciclo de oficinas na Aldeia Sawré Muybu
O Tapajós é um rio de 1784 km de extensão. Suas águas percorrem margens de terras ancestrais que ainda hoje abrigam diversos povos brasileiros cuja cultura está diretamente relacionada à natureza que os cerca. A caça, a pesca e o extrativismo são práticas comuns entre os que habitam o Baixo, o Médio e o Alto Tapajós, no Pará.
Desde Santarém, após uma viagem de aproximadamente seis horas em uma lancha grande e rápida, @s participant@s do terceiro encontro do projeto Mídia dos Povos, chegaram ao município de Itaituba. De lá, partiram em mais uma viagem por terra, com duração de duas horas até o porto de Buburé de onde saem as voadeiras com destino às comunidades do Médio Tapajós. O destino final: a aldeia indígena Sawré Muybu, do povo Munduruku.
Moradores da aldeia aguardavam o grupo, que chegava junto de participantes e oficineiros de fora, para um encontro onde se trocaria a respeito de três diferentes técnicas: a construção de placa solar; projeto, captação e edição audiovisual e elaboração de projetos para captação de recursos.
Além daqueles que já integram a Rede Mídia dos Povos, também se uniram ao grupo indígenas Munduruku de outras aldeias da região. Os participantes vindos de Tefé, Macapá e Santarém já haviam participado de pelo menos um dos encontros anteriores.
Após uma grande roda de apresentação, os grupos foram divididos entre as oficinas que durariam os próximos cinco dias. As mulheres, que geralmente carregavam seus filhos nos
braços ou entre as pernas, eram maioria e surpreenderam enchendo a oficina de construção de placa solar dada por Jonas Duarte, indígena da etnia Miranha localizada em uma comunidade do Médio Solimões. Jonas levou os materiais necessários para a construção das placas, dentre eles: vidro, cabos, papel alumínio, ferro de solda. A oficina se dividiu em duas partes, a teórica e a prática, sendo que a primeira se mostrou mais desafiante por exigir conhecimentos intermediários de física e matemática. De qualquer forma, Jonas esteve solicito para sanar as dúvidas dos participantes, que segundo ele, perguntavam bastante. Durante os cinco dias, o grupo se encontr
ava pela manhã, tarde e às vezes pela noite. Como já existiam algumas placas na aldeia, estas serviram de referência para exemplificar o processo de captação e reserva da energia solar para ser utilizada durante o dia pelos moradores, já que a maior parte da energia utilizada no local vêm de um gerador que é ligado somente na parte da noite. A utilização dessas placas solares, de tamanho suficiente para carregar celulares e computadores, pode ajudar na economia de combustível usado no gerador, além de ser mais sustentável.
braços ou entre as pernas, eram maioria e surpreenderam enchendo a oficina de construção de placa solar dada por Jonas Duarte, indígena da etnia Miranha localizada em uma comunidade do Médio Solimões. Jonas levou os materiais necessários para a construção das placas, dentre eles: vidro, cabos, papel alumínio, ferro de solda. A oficina se dividiu em duas partes, a teórica e a prática, sendo que a primeira se mostrou mais desafiante por exigir conhecimentos intermediários de física e matemática. De qualquer forma, Jonas esteve solicito para sanar as dúvidas dos participantes, que segundo ele, perguntavam bastante. Durante os cinco dias, o grupo se encontr
ava pela manhã, tarde e às vezes pela noite. Como já existiam algumas placas na aldeia, estas serviram de referência para exemplificar o processo de captação e reserva da energia solar para ser utilizada durante o dia pelos moradores, já que a maior parte da energia utilizada no local vêm de um gerador que é ligado somente na parte da noite. A utilização dessas placas solares, de tamanho suficiente para carregar celulares e computadores, pode ajudar na economia de combustível usado no gerador, além de ser mais sustentável.
Atualmente os Munduruku enfrentam muitas ameaças ao seu bem viver. Muitas de suas aldeias, às margens do Tapajós podem ser totalmente alagadas caso
o projeto de construção da Usina hidrelétrica dos Tapajós seja realmente levada adiante pelo governo federal. No mesmo período do encontro, um ônibus havia saído com destino à Brasília com dezenas de indígenas dispostos a ocupar o Ministério da Justiça até que o governo se comprometesse a demarcar suas terras. O povo Munduruku iniciou em outubro de 2014 o processo de auto-demarcação de seu território depois de sete anos aguardando ação da Fundação Nacional do Índio (Funai). Foram dias abrindo picada através da mata. O processo foi documentado por um grupo de mulheres indígenas que através de uma oficina iniciavam seu processo de produção audiovisual. O vídeo foi editado e pode ser assistido no youtube. De acordo com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, todo grande empreendimento deve consultar as comunidades a serem afetadas mas o governo tarda em cumprir os acordos. Além deste projeto desenvolvimentista, eles enfrentam a intervenção de garimpeiros, madeireiros e palmiteiros ilegais em suas terras. Diante disso, a preservação das tradições
e conhecimentos ancestrais são de extrema importância no fortalecimento de sua luta. E existem diversas maneiras de resgatá-las e utilizá-las em seu favor. Uma delas é o resgate da língua materna e o uso da pinturas corporais. Tais temas foram abordados pelos participantes da oficina de audiovisual oferecida por Sília Moan, designer que há dez anos trabalha a prática de vídeo e edição de imagens em software livre junto à povos tradicionais. Como resultado da oficina foram produzidos quatro mini-documentários que, por decisão deles, ainda não serão divulgados.
o projeto de construção da Usina hidrelétrica dos Tapajós seja realmente levada adiante pelo governo federal. No mesmo período do encontro, um ônibus havia saído com destino à Brasília com dezenas de indígenas dispostos a ocupar o Ministério da Justiça até que o governo se comprometesse a demarcar suas terras. O povo Munduruku iniciou em outubro de 2014 o processo de auto-demarcação de seu território depois de sete anos aguardando ação da Fundação Nacional do Índio (Funai). Foram dias abrindo picada através da mata. O processo foi documentado por um grupo de mulheres indígenas que através de uma oficina iniciavam seu processo de produção audiovisual. O vídeo foi editado e pode ser assistido no youtube. De acordo com a Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho, todo grande empreendimento deve consultar as comunidades a serem afetadas mas o governo tarda em cumprir os acordos. Além deste projeto desenvolvimentista, eles enfrentam a intervenção de garimpeiros, madeireiros e palmiteiros ilegais em suas terras. Diante disso, a preservação das tradições
e conhecimentos ancestrais são de extrema importância no fortalecimento de sua luta. E existem diversas maneiras de resgatá-las e utilizá-las em seu favor. Uma delas é o resgate da língua materna e o uso da pinturas corporais. Tais temas foram abordados pelos participantes da oficina de audiovisual oferecida por Sília Moan, designer que há dez anos trabalha a prática de vídeo e edição de imagens em software livre junto à povos tradicionais. Como resultado da oficina foram produzidos quatro mini-documentários que, por decisão deles, ainda não serão divulgados.
Sem poder contar com o apoio do poder público, os indígenas do médio Tapajós buscam garantir cada vez mais sua própria autonomia. Foi pensando na possibilidade de garantir seus próprios recursos, sem precisar da intermediação de governos,
ONGs e instituições privadas, que o comunicador comunitário, integrante do Fórum da Amazônica Oriental (FAOR) Marquinho Mota, ofereceu uma oficina de elaboração de projetos. Em cinco dias, após discutir o formato, temáticas e fontes de recursos, os participantes concluíram um projeto de captação de recursos para dar continuidade a aprendizagem das técnicas audiovisuais. Em breve, o projeto será enviado a alguns fundos. O conhecimento de participantes vindos de fora foi fundamental para fortalecer o intercâmbio de saberes e estratégias que ajudem a fortalecer suas lutas que muito tem em comum. A imersão no cotidiano da aldeia também foi muito importante, desde a prosa no café d
a manhã até a pausa para o futebol diário iniciado com o time das mulheres, e seguido pelo time dos homens. Foi assim que, em uma pequena aldeia na margem dos rio Tapajós, entre indígenas, ribeirinhos, ativistas, quilombolas, professores e comunicadores, novas sementes do conhecimento foram trocadas e juntas semeadas, fortalecendo as raízes de um território e a luta dos povos que habitam terras ancestrais.
ONGs e instituições privadas, que o comunicador comunitário, integrante do Fórum da Amazônica Oriental (FAOR) Marquinho Mota, ofereceu uma oficina de elaboração de projetos. Em cinco dias, após discutir o formato, temáticas e fontes de recursos, os participantes concluíram um projeto de captação de recursos para dar continuidade a aprendizagem das técnicas audiovisuais. Em breve, o projeto será enviado a alguns fundos. O conhecimento de participantes vindos de fora foi fundamental para fortalecer o intercâmbio de saberes e estratégias que ajudem a fortalecer suas lutas que muito tem em comum. A imersão no cotidiano da aldeia também foi muito importante, desde a prosa no café d
a manhã até a pausa para o futebol diário iniciado com o time das mulheres, e seguido pelo time dos homens. Foi assim que, em uma pequena aldeia na margem dos rio Tapajós, entre indígenas, ribeirinhos, ativistas, quilombolas, professores e comunicadores, novas sementes do conhecimento foram trocadas e juntas semeadas, fortalecendo as raízes de um território e a luta dos povos que habitam terras ancestrais.domingo, 29 de janeiro de 2017
HIJO CULTURA VÍDEOS
Meu canal de videos do youtube!!! Popr gentileza compartilhem as músicas e as informações deste Artista Paraense!!! Obrigado!!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
TELECENTRO DALCIDIO JURANDIR - CCMS PARTICIPOU DESTE GRANDE ENCONTRO INTERNACIONAL
Encontro em Alter do Chão debateu software livre, direitos dos povos tradicionais e ancestralidade
Pulsar Brasil · 7 out. 2016 · 17:58 · 0 Comentarios
Comunidades
indígenas e ribeirinhas ameaçadas por barragens; negros quilombolas
resistindo à violência institucional e criminalização da cultura
afro-brasileira; troca de saberes ancestrais e muita pajelança. Esses
foram os temas que atravessaram o segundo encontro do projeto Mídia dos Povos,
da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc), que ocorreu entre
os dias 21 e 25 de setembro em Alter do Chão, no Pará. A
atividade reuniu representantes de povos tradicionais e ativistas de
diferentes comunidades da Amazônia para uma imersão sobre software livre
e mídias comunitárias.
O
encontro contou com a parceria do Coletivo Puraqué que há anos atua com
inclusão digital através do software livre em Santarém. Os Software livres são programas abertos e gratuitos.
Além de garantir o acesso mais democrático dos programas, o uso deste
tipo de software garante que o usuário não precise pedir qualquer
permissão ou se comprometer com licenças proprietárias restritivas.
A
coordenadora do Mídia dos Povos, Luiza Cilente, acredita que estimular o
projeto e garantir cada vez mais o uso deste tipo de software junto às
comunidades e projetos de mídia alternativos, comunitários e livres, permite a maior liberdade e autonomia aos mesmos.
O
grupo dá continuidade ao ciclo de encontros que se iniciou em agosto
deste ano no quilombo do Curiaú em Macapá, no Amapá, onde quilombolas
debateram políticas afirmativas em rádios livres e comunitárias. Rejane
Souza e João Ataíde, representantes dos quilombolas, estiveram presentes
em Alter do Chão para compartilhar sobre essa experiência e trocar
sobre novos saberes.
Milson dos Santos, ativista do Maranhão, apresentou a plataforma de autocartografia Lagbaye Lyika que permite o envio de denúncias de situações de violência, mapeando áreas de riscos para alertar pessoas e organizações sociais.
Outro participante, Josivan dos Santos, morador da comunidade
ribeirinha de Juruti Velho, também no Pará, aproveitou para colocar no
mapa denúncias sobre os impactos ambientais e violações de direitos
provocados pela multinacional Alcoa ao explorar bauxita na região da
comunidade.
Indígenas Munduruku também estiveram presentes no encontro. Eles explicaram sobre o processo de autodemarcação de suas terras.
Marunha Kirixi da aldeia Sawré Muybu contou sobre a experiência de um
grupo de mulheres munduruku que estão se apropriando de equipamentos
para documentar e criar suas próprias produções audiovisuais sobre a
etnia.
O
próximo encontro vai ocorrer no final de novembro na aldeia de Marunha,
localizada próximo a Itaituba, no Pará onde os participantes irão
debater produção e gestão de projetos. Também será realizada uma oficina
de edição de vídeo em software livre. (pulsar/mídia dos povos)
Tags: Indígenas, mída comunitária, mídia dos povos, Quilombolas, ribeirinhos, software livre, ultimas
http://brasil.agenciapulsar.org/
Faça um comentário
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
A VALORIZAÇÃO E PRESERVAÇÃO DA CULTURA POPULAR PARAENSE
Tradição
existente somente no Pará, um teatro popular, que combina música, dança
e literatura, com lições de humanidade e respeito à natureza, os
Pássaros Juninos são uma das mais criativas manifestações da cultura
popular paraense. Recentemente foi instituído como patrimônio cultural
de natureza imaterial do Estado do Pará, pela Lei Estadual nº
7.352/2009. Os festejos de São João remetem a tradições que não costumam
faltar nas comemorações do mês de junho: quadrilhas, fogueiras,
bandeirinhas, comidas típicas, dentre outros elementos que se combinam
para formar o contexto da "festança". Em Belém, além destes ícones,
existe uma outra forma de celebrar a quadra festiva: através dos
Pássaros Juninos, cortejos que reúnem vários mitos amazônicos, e contam
histórias a partir de um personagem central, o Pássaro.
O
Cordão de Pássaro, cuja incidência maior está no interior do Pará, se
apresenta em espaços abertos, em formato de semicírculo, com a presença
dos integrantes em cena o tempo inteiro. O Pássaro Melodrama Fantasia,
característico da capital, é também chamado de Ópera Cabocla, pois faz
uso de palco, cortina, coxias e iluminação. o Pássaro Junino surgiu no
século XIX, época da inauguração do Theatro da Paz, quando era comum a
apresentação de companhias européias em Belém. a origem do Pássaro
Junino esta ligada a essa cena cultural, com características de opereta,
uma recriação do que as pessoas assistiam no teatro naquela época.O I
Festival de Pássaros e Outros Bichos acontece no Teatro Estação
Gasômetro, no período de 23 a 28 de agosto. A entrada é gratuita.
quinta-feira, 23 de junho de 2016
PROGRAMA DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE NASF/CCMS
O CCMS: Telecentro Dalcídio em Parceria com o NASF Núcleo de Assistência à saúde Familiar, profissionais especializados nas áreas de Agronomia, Agricultura, Meio Ambiente e comunidade da Sacramenta, dentre outros, promoverão o Programa de bem-estar saudável, geração de renda e mobilização: "Horta Comunitária". Programa que digna a utilização dos espaços residenciais das pessoas residentes no território, na implantação da Horta, floricultura, jardinagem e leguminosas com objetivo de ocupar estes espaços, que antes abrigavam entúlios, lixos, focos de mosquitos transmissores de doenças, em espaços de produção e melhora do meio ambiente, agregado ao valor de geração de renda familiar para as famílias envolvidas no programa, bem como impactar, positivamente, o meio econômico local com estes produtos a preço de custo, bem como sanear áreas de risco de focos do mosquito Aedes!!! Mais uma ação de fortalecimento do território em busca da melhoria da qualidade de vida de nossos moradores locais. Um programa que poderá ser replicado em outras áreas da capital!!!
terça-feira, 21 de junho de 2016
TELECENTRO DALCÍDIO JURANDIR A TV ESCOLA - MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO!!
http://tvescola.mec.gov.br/tve/home
Estamos também em Parcerias com agentes culturais mundiais no Diáspora!!!!
https://diasporabrazil.org/contacts#
segunda-feira, 13 de junho de 2016
No último dia 07/06/2016 no site oficial do www.cowparade.com.br a lista de resultados dos Artistas classificados no Cow Parade Belém 400 anos, que visa a celebração de desenhos artísticos e de grafite de 50 artistas da cidade de Belérm do Pará. Dentre estes artistas selecionados em meio há mais de 250 participantes, o nosso artista e colaborador cultural e social do bairro da Sacramenta, Marcelo Silva, Arte Educador, Desenhista, Arte Grafitagem.
Com traços definidos e composição de imagens, que retratam a cultura Amazônica, suas lendas e tradições, com foco na riqueza de suas imagens, visualizando: Curupira, Mãe D'Água, Cobra Grande, Matinta Perêra, Iara e, mesclando estas lendas com a diversidade intangível do imaginário amazônida.
Sabemos que Marcelo Silva, além de ser um dos nossos fortes colaboradores mas ações do Telecentro Dalcídio Jurandir - CCMS, fica nossas saudações de sucesso no Projeto, com alcance ainda maior na esfera artística brasileira, sempre juntos em prol da melhoria de qualidade de vida e consciência de nossa comunidade!!! Parabéns!!
As Obras ficarão expostas em pontos Turísticos e culturais de nossa cidade por um determinado período. Depois, serão recolhidas e leiloadas no site oficial do Cowparade. Vamos prestigiar nossos talentos Amazônicos!!!
CCMS
Com traços definidos e composição de imagens, que retratam a cultura Amazônica, suas lendas e tradições, com foco na riqueza de suas imagens, visualizando: Curupira, Mãe D'Água, Cobra Grande, Matinta Perêra, Iara e, mesclando estas lendas com a diversidade intangível do imaginário amazônida.
Sabemos que Marcelo Silva, além de ser um dos nossos fortes colaboradores mas ações do Telecentro Dalcídio Jurandir - CCMS, fica nossas saudações de sucesso no Projeto, com alcance ainda maior na esfera artística brasileira, sempre juntos em prol da melhoria de qualidade de vida e consciência de nossa comunidade!!! Parabéns!!
As Obras ficarão expostas em pontos Turísticos e culturais de nossa cidade por um determinado período. Depois, serão recolhidas e leiloadas no site oficial do Cowparade. Vamos prestigiar nossos talentos Amazônicos!!!
CCMS
quinta-feira, 9 de junho de 2016
Augusto Hijo, é Gestor Cultural do Telecentro Dalcídio Jurandir (CCMS), músico, intérprete, compositor, arte educador, cineasta.
Aqui mostra um pouco de seu trabalho musical e fortalecendo, com seu trabalho, as relações sociais, culturais e artísticas.
...." Pretendemos levar ao Telecentro, Oficinas Artísticas, tais como: Música, Cinema, Audiovisual, Grafite, Artes Plásticas, Capoeira, Artesanato, Arte Circense, dentre muitas ações que já realizamos ao longo destes 18 anos de existência. Com campanhas de multi vacinação, atendimento social na expedição de documentos, iniciativas reconhecidas pelo Prêmio Itaú/Unicef, com o projeto de inclusão digital como ferramentas de transformação social, formação de Parcerias: Biblioteca Nacional, Ministério das Comunicações, Ciência e Tecnologia, Secretaria Nacional de Cultura, (Ex ministério), RTS (Rede de Tecnologia Social) SECTI-PA e, atualmente, a Multimídia Educacional, no aporte de 40 Cursos de T.I para formação profissional, produção de conhecimento e cidadania e muitas ações mais!!! Aproveito o momento de mostrar o lado artístico do agente cultural e repassar, à todos nossas principais ações em prol da melhoria de qualidade de vida de nossa comunidade no bairro da Sacramenta em Belém do Pará!!! Obrigado..."
https://youtu.be/xTRSJPvxlgU
http://www.paramusica.com.br/pagina/antesdachuvadetalhe/ID/1430
quinta-feira, 19 de maio de 2016
OFICINA DE MÚSICA NO INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO PARÁ - IEEP CARAVANA CULTURAL DA JUVENTUDE
NOSSAS AÇÕES COMUNITÁRIAS CONTINUAM
segunda-feira, 2 de maio de 2016
MOSAICO DE FOTOS DA CAMPANHA NACIONAL DE VACINAÇÃO - CCMS
Este dia foi acompanhado de puro calor!!! Calor Humano!!!!!
Até a Liga da Justiça esteve presente
Um pouco desconfiado!!!! Mas ele foi em busca da superação: Rumou à vitória!!!
O Homem Aranha não gosta de ficar muito tempo no chão, prefere as paredes dos prédios!!!
Agora ele viu o grande desafio, mas ele venceu!!! De goleada!!!
Missão cumprida!!! O nosso muito obrigado à todas vcs!!!
Assinar:
Postagens (Atom)
Apresentação O Projeto: “Soul Amazônia” vem com proposta inovadora do Intérprete, compositor e arte educador Paraense: Augusto Hijo que dig...
-
O Centro Comunitário, Telecentro e Biblioteca Popular: Morada dos Sonhos, hoje 27/02/2013, em reunião de trabalho com a Coordenadora da Amaz...
-
Encontro em Alter do Chão debateu software livre, direitos dos povos tradicionais e ancestralidade Pulsar Brasil · 7 out. 2016 · 17:58 ...
-
Informações das ações de promoção de cidadania para o povo negro, conversa com Zé da Barca e a sua experiência de participação na novela Vel...
























































